"Quantas pessoas que se quiseram suicidar,se contentaram em rasgar a própria fotografia!"
( Jules Renard )
24 de dezembro de 2008
20 de dezembro de 2008
Quem é essa agora que dentro de mim Me assusta e me atrai Sorrateira ela sou eu, Ou alguma sombra Que me segue como bicho, Rastejando nos calcanhares da minha alma Lá está, lá está, sabe tudo, Faz tudo, eu sou Apenas uma ferramenta Garganta pela qual Ela chama, chama, chama
Caso seja necessário tempo,será prioridade Caso seja necessário sorrir,será momento Caso seja necessário chorar,será agora
Dentre corpos e maçãs podres,sinceramanete não sei o que ganhei mas tenho certeza do que não convém almejar
Dentre olhos que vi sonhos,em poucos dias percebi o desgaste e a desilusão
São limoeiros que de azedo nada tem,mas que morrem sem nada produzir São reservas de sonhos paralizados pela manhã que ninguém se preocupa
Cada motivo torna-se escasso Cada comodismo torna-se vibrante
Cada sorriso morre entre mãos que já não são de crianças,nem adultos nem idosos estes já não são niguém...
Perde-se o tempo querendo engendrar-se em memórias que nada purificam... E perde-se o tempo que poderia reproduzir criar e satisfazer...
Tempo que será recuperado... experiências vieram lágrimas se excederam Mas,Ela ,ela não se deixou levar,largou as aspirinas...e foi viver
viver não mata ninguém nem causa escárnios a saúde...
e como diria um amigo meu... -E você, que delicadamente finge estar consciente, na verdade vive a abstração da vida.-
e é isto que ela vai fazer,como sempre fez...
Post destinado aos próximos dias... devido a mudança de planos,ela teve de se virar e mil desculpas por usar a terceira pessoa mas é que ela não gosta de falar de si mesma...
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5 de dezembro de 2008
...E os dias tornaram-se estúpidamente racionais e imunes a qualquer abstração...
Dores em uma semente só Vícios sem cor ...
Fim...e o vinil roda sem parar
2 de dezembro de 2008
-Só se pode viver perto de outro, e conhecer outra pessoa, sem perigo de ódio, se a gente tem amor. Qualquer amor já é um pouquinho de saúde, um descanso na loucura.-
Excerto de Guimarães Rosa
24 de novembro de 2008
Tornei-me insano com longos períodos de horrível sanidade - Edgar Allan Poe